sábado, 17 de setembro de 2011

DIA DA PÁTRIA AMADA

                                   Exército de Petrolina desfilando em Juazeiro- Ba.
                                      Parabéns ao Exército de Petrolina


                                        Alunas do CEMEP prestigiando o desfile de Juazeiro.Ba.

                             Homenagem ao dia da Pátria na Escola  Cemep.
                              Já raiou a Liberdade no Horizonte do Brasil!
                                     EU TE AMO ! MEU BRASIL!
                                  BRAVA GENTE! BRASILEIRA!
                                    EU SOU BRASILEIRO COM MUITO ORGULHO!           

                            
TEXTO INFORMATIVO:
Desde que chegaram aqui, em 1500, os portugueses eram os donos de tudo o que havia no Brasil.
Muitos brasileiros estavam descontentes com os portugueses e queriam que o Brasil fosse um país livre e independente. Mas os portugueses insistiam em mandar em tudo.
Depois de mais de 300 anos de mando português, no dia 7 de setembro de 1822, o príncipe D. Pedro I proclamou a independência e se tornou o primeiro imperador do Brasil.Desde então, somos reconhecidos como um país independente.

Hino da Independência


 

Pintura em que D. Pedro I realiza a execução da peça musical dedicada ao Hino da Independência.
Se a arte imita a vida, podemos notar que a história do Hino da Independência foi tão marcada de improviso como a ocasião em que o príncipe regente oficializou o fim dos vínculos que ligavam Brasil a Portugal. No começo do século XIX, o artista, político e livreiro Evaristo da Veiga escreveu os versos de um poema que intitulou como “Hino Constitucional Brasiliense”. Em pouco tempo, os versos ganharam destaque na corte e foram musicados pelo maestro Marcos Antônio da Fonseca Portugal (1760-1830).
Aluno do maestro, Dom Pedro I já manifestava um grande entusiasmo pelo ramo da música e, após a proclamação da independência, decidiu compor uma nova melodia para a letra musicada por Marcos Antônio. Por meio dessa modificação, tínhamos a oficialização do Hino da Independência. O feito do governante acabou ganhando tanto destaque que, durante alguns anos, Dom Pedro I foi dado como autor exclusivo da letra e da música do hino.
Abdicando do governo imperial em 1831, observamos que o “Hino da Independência” acabou perdendo prestígio na condição de símbolo nacional. Afinal de contas, vale lembrar que o governo de Dom Pedro I havia sido marcado por diversos problemas que diminuíram o seu prestígio como imperador. De fato, o “Hino da Independência” ficou mais de um século parado no tempo, não sendo executado em solenidades oficiais ou qualquer outro tipo de acontecimento oficial.
No ano de 1922, data que marcava a comemoração do centenário da independência, o hino foi novamente executado com a melodia criada pelo maestro Marcos Antônio. Somente na década de 1930, graças à ação do ministro Gustavo Capanema, que o Hino da Independência foi finalmente regulamentado em sua forma e autoria. Contando com a ajuda do maestro Heitor Villa-Lobos, a melodia composta por D. Pedro I foi dada como a única a ser utilizada na execução do referido hino.

Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

APRESENTAÇÃO: EM BOCA SAUDÁVEL NÃO ENTRA CÁRIE!

                                 A aluna Beatriz representando a dentista na escola.
                                
                                 
                                     Atitude de higiene - Educação Infantil.
Aluno Lucas - representando a falta de cuidados com os dentes


                  Alunos do quinto ano - dramatizando a família Busca-Pé.
            Que não gostava de escovar os dentes.
               
                     Ai, ai, ai que dor de dente!Quem mandou não escovar!
                                 Pro Thais,. explicando a importância da               
                      escovação correta dos dentes!
                               Vamos   visitar o dentista a cada seis meses!   
                  Crianças de cinco anos de idade, participativas e com grande interesse nas atividades propostas.

PROJETO: EM BOCA SAUDÁVEL NÃO ENTRA CÁRIE!

Visando a conscientização e a valorização da saúde bucal, começando já na educação infantil onde se mostra uma maior capacidade de absorção de informações, são propostas às crianças, neste trabalho, ações educativas e preventivas para que possam incorporar em seus hábitos de vida, os cuidados relativos à boca e aos dentes.

NOSSOS TALENTOS



                                  As lendas -

                                    Parabéns pela apresentação.
                       
                                         
                            Brincadeiras de roda.  -    maternalzinho, maternal e
                                   FREVO -  João Vitor Mariano - Lindo demais!
                                       - Reisado, muito divertido!
                                         Apresentação:  FOLIA DE REIS!


                               Apresentação: FESTA JUNINA!

                                    Muita Alegria!
                             
                                    VIVA O FOLCLORE BRASILEIRO! - CULTURA DO NOSSO POVO!

DIA DO FOLCLORE NA ESCOLA.

Entende-se por folclore o conjunto de crenças, lendas, festas, superstições, artes e costumes de um povo. Tal conjunto normalmente é passado de geração a geração por meio dos ensinamentos e da participação real dos festejos e dos costumes. De origem inglesa, o folclore é uma palavra originada pela junção das palavras folk, que significa povo; e lore, que significa sabedoria popular. Formou-se então a palavra folclore que quer dizer sabedoria do povo.

O folclore assume grande importância na história de todos os povos, pois por meio desse conjunto pode-se conhecer a antiga cultura e a formação da cultura presente nos dias de hoje. Dentre as características que possui é possível identificar os fatos folclóricos a partir do anonimato, já que todos os componentes folclóricos são de autoria desconhecida; da aceitação coletiva, já que cada pessoa absorve a essência folclórica e a repassa aos outros a partir de seu entendimento próprio; e da transmissão oral, já que antigamente não havia meios de comunicação como na atualidade. Para manter vivo o folclore típico de cada região existem datas específicas para a realização dos festejos e artes.


Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola