TEATRO JOÃO GILBERTO- JUAZEIRO-BA
PEÇA: NATAL DOS MENINOS PERDIDOS!
Dicas para os pais,sugestões de atividades, atividades do dia a dia, artes, brincadeiras e muito mais!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
DIA DAS CRIANÇAS - EDUCAÇÃO INFANTIL - DEDECO FESTAS
O TREM DA ALEGRIA CHEGOU! VAMOS NOS DIVERTIR.
AQUI É BOM DEMAIS!
QUE LEGAL ANDAR DE CAVALINHO!
ESSE ALGODÃO-DOCE ESTÁ UMA DELÍCIA!
ESSA PISCINA DE BOLINHAS É MUITO LEGAL!
BASKETBALL É O MÁXIMO!
MARAVILHA ESSA PISCINA DE BOLINHAS!
A VIDA É UMA FESTA!
PULA! PULA É GOSTOSO!
QUE DELÍCIA ESSA PISCINA DE SABÃO
COMO É BOM SER CRIANÇA!
VAMOS ESCORREGAR CRIANÇADA!
BRINCAR É BOM DEMAIS!
ANDAR DE TARTARUGUINHA É TÃO BOM!
AQUI É BOM DEMAIS!
QUE LEGAL ANDAR DE CAVALINHO!
ESSA PISCINA DE BOLINHAS É MUITO LEGAL!
BASKETBALL É O MÁXIMO!
MARAVILHA ESSA PISCINA DE BOLINHAS!
A VIDA É UMA FESTA!
PULA! PULA É GOSTOSO!
QUE DELÍCIA ESSA PISCINA DE SABÃO
COMO É BOM SER CRIANÇA!
VAMOS ESCORREGAR CRIANÇADA!
BRINCAR É BOM DEMAIS!
ANDAR DE TARTARUGUINHA É TÃO BOM!
A importância do Planejamento Escolar
Os conhecimentos prévios sobre planejamento escolar que obtivemos através dos textos e explicações das professoras Célia Passos e Zeneide Silva trouxeram-nos conhecimentos da grande relevância para nós.
Percebemos ao longo das discussões que o planejar é uma ação indispensável a vida pessoal e também a profissional seja da área da educação ou das demais áreas.
Contudo queremos registrar fatores que apontam a importância do professor fazer uso do planejamento na prática de suas atividades profissionais.
Todo o docente que assim faz torna sua aula mais dinâmica, atraente e os objetivos traçados têm mais chance de serem alcançados. Além disso consegue tornar a sala de aula um verdadeiro local de pesquisa e de aprendizagem mutua (de professor para aluno e de aluno para o professor).
Na construção do planejamento o professor tem como checar mais precisamente as características de sua turma bem como suas dificuldades, para a partir daí saber como passar os conteúdos disciplinares com maior êxito tanto para si como para o alunado.
Os objetivos atitudinais tão imprescindíveis no mundo que vivemos podem também receber maior dedicação do profissional que planeja. Dessa forma este conseguirá verdadeiramente um dos os objetivos legais da educação: transformar o individuo tornado-o mais consciente de seus limites, direitos e deveres.
Outra expectativa da lei sobre a educação está nela formar cidadãos críticos capazes de interagirem no contexto social no qual estão inseridos, também esta proposta educacional pode ser, melhor, aplicada na sala de aula quando o professor faz uso do planejamento educacional.
Concluímos então que o educador que se empenha e considera o ato de planejar suas aulas, demonstra ser um profissional capacitado, responsável, consciente e que ama o que faz. Por isso revela grandes indícios de trilhar uma promissora e feliz carreira profissional e pessoal.
Queremos finalizar este texto agradecendo as professoraZeneide Silva e Célia Passos que ajudou-nos, assim como as outras, a termos uma bagagem maior na conclusão deste semestre. Queremos revelar a ansiedade de estarmos adquirindo mais conhecimento sobre planejamento educacional e outros conteúdos de Didática, no próximo ano.
Beijos e até lá.
Os conhecimentos prévios sobre planejamento escolar que obtivemos através dos textos e explicações das professoras Célia Passos e Zeneide Silva trouxeram-nos conhecimentos da grande relevância para nós.
Percebemos ao longo das discussões que o planejar é uma ação indispensável a vida pessoal e também a profissional seja da área da educação ou das demais áreas.
Contudo queremos registrar fatores que apontam a importância do professor fazer uso do planejamento na prática de suas atividades profissionais.
Todo o docente que assim faz torna sua aula mais dinâmica, atraente e os objetivos traçados têm mais chance de serem alcançados. Além disso consegue tornar a sala de aula um verdadeiro local de pesquisa e de aprendizagem mutua (de professor para aluno e de aluno para o professor).
Na construção do planejamento o professor tem como checar mais precisamente as características de sua turma bem como suas dificuldades, para a partir daí saber como passar os conteúdos disciplinares com maior êxito tanto para si como para o alunado.
Os objetivos atitudinais tão imprescindíveis no mundo que vivemos podem também receber maior dedicação do profissional que planeja. Dessa forma este conseguirá verdadeiramente um dos os objetivos legais da educação: transformar o individuo tornado-o mais consciente de seus limites, direitos e deveres.
Outra expectativa da lei sobre a educação está nela formar cidadãos críticos capazes de interagirem no contexto social no qual estão inseridos, também esta proposta educacional pode ser, melhor, aplicada na sala de aula quando o professor faz uso do planejamento educacional.
Concluímos então que o educador que se empenha e considera o ato de planejar suas aulas, demonstra ser um profissional capacitado, responsável, consciente e que ama o que faz. Por isso revela grandes indícios de trilhar uma promissora e feliz carreira profissional e pessoal.
Queremos finalizar este texto agradecendo as professoraZeneide Silva e Célia Passos que ajudou-nos, assim como as outras, a termos uma bagagem maior na conclusão deste semestre. Queremos revelar a ansiedade de estarmos adquirindo mais conhecimento sobre planejamento educacional e outros conteúdos de Didática, no próximo ano.
Beijos e até lá.
PASSEIO AO ZOOLÒGICO
POESIA: ANIMAIS EM EXTINÇÃO
PENSE LÁ NA FRENTE,
UM FUTURO NÃO DISTANTE.
SE AINDA HAVERÁ
ANIMAIS COMO O ELEFANTE...
PARE E PENSE EM UMA PLANTA
OU NUM BICHO BEM BONITO,
QUE AINDA HOJE EXISTE
E AMANHÃ PODE ESTAR EXTINTO...
PENSE LÁ NA FRENTE,
NUM FUTURO MUITO PERTO
NÃO TER VERDE, FLORES, FRUTOS
E VIVER EM UM DESERTO.
MAS NEM TUDO ESTÁ PERDIDO,
ISSO EU SEI TENHO CERTEZA,
SE CUIDARMOS COM CARINHO
DESTA NOSSA NATUREZA.
E POR ISSO É MUITO IMPORTANTE
RENOVAR O SENTIMENTO
DE CUIDAR DOS ANIMAIS
E DO REFLORESTAMENTO.
UM FUTURO NÃO DISTANTE.
SE AINDA HAVERÁ
ANIMAIS COMO O ELEFANTE...
PARE E PENSE EM UMA PLANTA
OU NUM BICHO BEM BONITO,
QUE AINDA HOJE EXISTE
E AMANHÃ PODE ESTAR EXTINTO...
PENSE LÁ NA FRENTE,
NUM FUTURO MUITO PERTO
NÃO TER VERDE, FLORES, FRUTOS
E VIVER EM UM DESERTO.
MAS NEM TUDO ESTÁ PERDIDO,
ISSO EU SEI TENHO CERTEZA,
SE CUIDARMOS COM CARINHO
DESTA NOSSA NATUREZA.
E POR ISSO É MUITO IMPORTANTE
RENOVAR O SENTIMENTO
DE CUIDAR DOS ANIMAIS
E DO REFLORESTAMENTO.
Marcos o veterinário do zoológico, explicando sobre as tartarugas
O macaco Chico desfilando para as crianças !
Olha como são lindas as araras!
Que cobra enorme
Que lugar agradável!
Vamos proteger os animais
domingo, 14 de novembro de 2010
12 de novembro de 2010
Avaliação
“Avaliação significa ação provocativa do professor, desafiando o educando a refletir sobre as situações vividas, a formular e reformular hipóteses, encaminhando-se a um saber enriquecido.” (HOFFMANN: 1994, p. 58)
Em nosso cotidiano estamos constantemente avaliando e sendo avaliados por aqueles que conosco estabelecem processos de interação, mesmo que muitas vezes não o percebamos conscientemente. Há, entretanto, um espaço onde essa avaliação determina muitas vezes o destino dos sujeitos: a escola.
A maneira como a escola avalia é o reflexo da educação que ela valoriza. Quando indagamos a quem ela beneficia, a quem interessa, questionamos o ensino que ela privilegia. Como instrumento de medida de conhecimento, a avaliação tem como enfoque principal aprovar ou reprovar o aluno. Desta forma, a garantia do ensino de qualidade foi abolida do processo escolar.
A avaliação escolar deve ser mais estudada e detalhada cientificamente, buscando considerar relações de afetividade entre professor e aluno que possam ser garantidas dentro das variadas formas de avaliação. A afetividade tem um respaldo significante sob a avaliação do aluno como um todo, devendo ter como aspecto fundamental, alcançar os objetivos do processo de ensino dentro dos fatores cogniscitivos e sócio-emocional, intimamente ligada a interação professor-aluno.
O cotidiano na sala de aula nos leva a verificar que existe uma proximidade entre a afetividade e o desenvolvimento cognitivo do aluno, consequentemente também na sua avaliação. O que confirma os problemas de aprendizagem causados pela má organização dos esquemas afetivos, principalmente na faixa etária de 6 a 10 anos, que compreende as séries iniciais do ensino fundamental.
Assumindo um caráter pedagógico, a avaliação precisa desvincular do processo classificatório, seletivo e discriminatório, para estabelecer o básico da sua função que se aplica principalmente ao professor que a utiliza, analisando e refletindo os resultados dos alunos. Desta forma, a avaliação propicia retomada de conteúdos, novas metodologias e um redimensionamento de trajetória conforme a necessidade do momento. Enfatizando assim o processo, refletindo o ensino que busca a construção do conhecimento.
A avaliação deve ir muito além de avaliar a aprendizagem do aluno, ela ultrapassa essa dimensão avaliando em contrapartida o trabalho da escola e o desempenho do professor, promovendo a revisão e a redefinição dos objetivos propostos.
Avaliar, mais do que saberes técnicos, exige sabedoria para compreender a complexidade do ser humano em desenvolvimento, para relevar suas deficiências menores, para despertar valores e virtudes, muitas vezes adormecidos, e, sobretudo, um depósito de discernimento, equilíbrio, afetividade, valores morais, intelectuais, estéticos, religiosos, elementos fundamentais para a importância e a grandeza da ação do professor.
fonte:
Baseado no artigo de Lucilene Tolentino Moura
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